quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Plataforma EducaRES: conheça mais de 150 experiências em resíduos sólidos


Contenção de resíduos no entorno do Rio Tigre, no Rio Grande do Sul
Foto: Divulgação Eloverde


Mais de 150 experiências sobre educação ambiental e comunicação social com resíduos sólidos estão disponíveis na plataforma virtual EducaRES. Essa nova ferramenta digital tem o objetivo de divulgar ações que ajudem a enfrentar os desafios da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) proporcionando aos gestores, catadores de material reciclável e cidadãos em geral, a oportunidade de buscar boas iniciativas de todas as regiões do país.

No ano passado, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou um edital público que selecionou 84 ações de referência. Foram escolhidas até 30 experiências de cada segmento (sociedade civil, poder público e setor privado).

As práticas selecionadas foram reconhecidas como "Práticas de Referência EducaRES" e aparecerem de forma diferenciada na plataforma. Os critérios para seleção foram: caráter inovador, condições de replicabilidade, continuidade nos processos de educação ambiental ou de comunicação, gestão integrada, coerência entre princípios e ações, abrangência territorial, dentre outros.
Experiências estão disponíveis no site da plataforma para qualquer pessoa acessar

As experiências selecionadas também serão recomendadas pelo Ministério do Meio Ambiente como referência para compor materiais pedagógicos e técnicos de publicações e processos formativos, presenciais ou a distância, produzidos pelos governos no âmbito federal, distrital, estadual e municipal.

Ações educativas

As experiências estão disponíveis no site da plataforma para qualquer pessoa acessar, clicando em "ver práticas". É possível localizar práticas por tipo de público, de resíduo ou regiões e municípios onde a iniciativa ocorre.

É o caso do projeto Rio Tigre, em Erechim (RS), desenvolvido pelo Instituto Sócio Ambiental Vida Verde (Eloverde). A proposta da iniciativa é estimular, envolver e criar ações proativas para contenção do lixo nas comunidades do entorno do rio Tigre com a instalação de quatro redes.

Com essas redes, já foram retiradas 22,5 toneladas de resíduos diversos por 157 pessoas. Foram formados 150 professores que desenvolvem projetos de educação ambiental nas escolas em que atuam (conheça mais sobre o projeto).

A Plataforma EducaRES continua recebendo inscrições de práticas de educação ambiental e comunicação social com resíduos sólidos. Os interessados podem utilizar a plataforma para divulgação de suas experiências a qualquer momento, acessando o site e preenchendo a ficha com os dados solicitados.

Inovação

Coordenada pelo Departamento de Educação Ambiental, da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC), a plataforma faz parte da Estratégia Nacional de Educação Ambiental e Comunicação Social para a Gestão de Resíduos Sólidos.

A iniciativa está de acordo com a Lei da Política de Resíduos (12.305/2010), que procura fortalecer as ações educativas e de comunicação voltadas para a necessária mudança cultural que a política exige, em relação à produção, consumo e destinação de resíduos, reunindo e difundindo as iniciativas inovadoras que a própria sociedade tem formulado e experimentado.

Conheça a Plataforma EducaRES

(Por Tinna Oliveira, do Ministério do Meio Ambiente)
ecodesenvolvimento


Flavia Loureiro - Núcleo dos Amigos do Brooklin
"INFORMAÇÃO" Direito e Dever de tod@s Art.5ºXIV,CRFB/Cap.40 Agenda 21


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Cursinho Mafalda oferece quase 1.000 vagas em três unidades!


Imagem: Divulgação Mafalda

Cursos são gratuitos para estudantes e concluintes da rede pública de educação nas unidades: zona leste, zona sul e Ferraz de Vasconcelos.

O Cursinho Popular Mafalda está com inscrições abertas até 19 de fevereiro. São três unidades, uma no Tatuapé (ZL), outra em Cidade Ademar (ZS) e em Ferraz de Vasconcelos. Serão oferecidas 680 vagas para o curso pré-universitário, 100 para o curso de preparação para o ENEM para jovens e adultos, e 220 para as aulas de idiomas (inglês, espanhol e francês).

Além de aulas são oferecidas atividades complementares que envolvem aulas de Linguagem Arquitetônica, Cine Debate, Visitas técnicas para estudo e plantões de dúvidas.

As inscrições devem ser feitas pela internet até 19/2 e confirmadas presencialmente. No dia 21 de fevereiro, haverá uma prova de seleção com os inscritos.

Podem participar estudantes que estiverem cursando ou concluíram o ensino médio na rede pública, ou que sejam bolsistas integrais em escolas particulares. Também é necessário ter renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa. Os alunos pagam apenas uma taxa única no ano, a matrícula no valor de R$ 60,00.

Se você está dentro do perfil e quer se preparar para o vestibular, entre em contato com a unidade mais próxima de você. Dê uma olhada nos contatos abaixo.

Zona Leste: Rua José Fernandes Torres, 12 – Tatuapé | (11) 9-6205-7422 | spleste@cursomafalda.com.br

Zona Sul: Rua Joaquim Forzano, 50 – Cidade Ademar | (11) 5674-0920 | spsul@cursomafalda.com.br

Ferraz: Rua Walter Souza Costa, 147 – Jd. Primavera – Ferraz de Vasconcelos/SP | ferraz@cursomafalda.com.br

Por: Bruno Ferreira

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Portal Transempregos divulga oportunidades para travestis, transsexuais e crossdressers


Reprodução
Portal Transempregos divulga oportunidades para travestis, transsexuais e crossdressers

Os preconceitos sofridos por travestis, transsexuais e crossdressers não se limitam à vida pessoal: estendem-se também ao mercado de trabalho. Para ajudar estas pessoas que têm dificuldade em conseguir emprego, foi lançado o site Transempregos, que divulga oportunidades específicas para este público.

O portal publica vagas divididas entre emprego, estágio e freelance, em empresas comprometidas com a diversidade sexual. Há oportunidades em cargos como recepcionista, assistente de mídias sociais, estagiário de assessoria de imprensa, auxiliar de cozinha, entre outros.

Reprodução
Reprodução

Vagas são divididas entre emprego, estágio e freelance

Guia LGBT no Mundo do Trabalho

Afim de estreitar o abismo existente entre públicos minoritários e o mercado de trabalho, foi  lançado em janeiro deste ano, no Rio de Janeiro, o guia Promoção dos Direitos Humanos de Pessoas LGBT no Mundo do Trabalho.

Realizado pela Organização das Nações Unidas, o projeto apresenta dez compromisso e desdobramentos que empresas e empregadores podem desenvolver para driblar o preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros. Com um total de 80 páginas, o guia foi elaborado em parceria com a Organização Internacional de Trabalho.

Luísa Marilac e a atual situação do mercado profissional lgbt

Após ficar famosa com um vídeo caseiro no Youtube, Luisa Marilac hoje é supervisora de serviços gerais no Chilli Pepper Single Hotel, em São Paulo. Na entrevista cedida para a Carta Capital, Luisa fala de como é difícil para uma transexual conseguir um trabalho longe das ruas e conta um pouco de sua vida após o viral.


  Fonte: Catracalivre  http://facebook.com/digitalradiotv


O músico Rael apresenta canções do seu novo álbum em show no Itaú Cultural


Rael - divulgação Facebook Oficial

O cantor e MC paulista Rael sobe ao palco do Itaú Cultural para apresentar ao público o disco "Ainda bem que eu segui as batidas do meu coração", com músicas que mesclam rap, samba, reggae e afrobeat. O show, que abre o projeto "Quintas Musicais", acontece no dia 5, às 20h, com entrada Catraca Livre.

Durante o show, Rael leva ao palco a mesma mistura sonora proposta no disco. O público pode conferir desde o reggae "Leão de Judah" e o samba "Pedindo pra Deus", até o afrobeat "Caminho" e a romântica "Ela me Faz e Semana".

O artista é acompanhado pelos músicos Bruno Duprê (guitarra), Bruno Marccuci (teclado), DJ Soares, Muka Brass (bateria) e Rafael da Costa (baixo).


Vai ao show? Então, tire uma foto, publique no seu Facebook ou Instagram, e marque a hashtag #Digitalradiotv


Serviço
O Que:
Rael

Quando:
Qui 05/02 às 20:00

Quanto:
Livre

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Fonte: Catraca livre

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Programa de atividade física para idosos



Envio para divulgação a quem interessar.


Aluna de mestrado da USP divulga:

Programa de Atividade Física para Idosos

Local: Hospital das Clínicas - HC (Instituto de Psiquiatria - IPQ)
Dias e horários: Terças e Quintas - feiras, das 14:30 as 15:45.
Período: 6 meses de programa
Quem pode participar: idosos com mais de 60 anos; sedentários (que não estejam praticando atividade física regular/diária); que não tenham dificuldade cardiorrespiratória grave; que não tenham dificuldades para caminhar; que sejam alfabetizados (devem saber ler e escrever/ 2 anos ou mais de escolaridade); não podem estar participando de outras atividades de estímulo cognitivo ( por exemplo: oficina de memória ou curso de informática); e, caso tomem remédios controlados, devem estar com a medicação estável.


* Procuro também por idosos com doença de Alzheimer, em nível moderado, sedentários (que não estejam praticando atividade física regular/diária); que não tenham dificuldade cardiorrespiratória grave; que não tenham dificuldades para caminhar; que sejam alfabetizados (devem saber ler e escrever/ 2 anos ou mais de escolaridade); não podem estar participando de outras atividades de estímulo cognitivo (por exemplo: oficina de memória ou curso de informática ); que não possuam outros tipos de dificuldade cognitiva e, caso tomem remédios controlados, devem estar com a medicação estável.

O início está previsto para começo de Março/2015. Faremos avaliações físicas e neuropsicológicas antes e depois do programa; O programa oferece condicionamento físico em grupo, com: atividades de estímulo cognitivo, desenvolvimento cardiorrespiratório, desenvolvimento de resistência de força e melhora da flexibilidade.

Caso haja interesse favor enviar nome completo, idade e telefone para < maira.siqueira.souza@usp.br >, entrarei em contato brevemente.

Att, 
Maíra Siqueira
Mestranda em Ciências da Atividade Física - EACH/USP


__,_._,___

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Financiamento coletivo... quer saber mais?


Muitas são as pessoas que querem emplacar um projeto bacana. Jovens de espírito aventureiro sonham em conhecer o mundo para fazer registros de suas viagens. Mas ideias como essas ficam, na maioria das vezes, apenas no campo do sonho por um motivo importante: falta de grana. Com o objetivo de tornar possível a concretização de projetos criativos em diversas áreas, Diego Reeberg e Luís Otávio Ribeiro lançaram em janeiro deste ano o Catarse (catarse.me), site pioneiro em financiamento colaborativo de projetos criativos no Brasil.

Quem tem um projeto criativo, o inscreve no site, dizendo quanto precisa e até quando quer arrecadar a quantia. As pessoas que visitarem a página podem contribuir com o projeto a partir de R$ 10,00, mas tudo funciona na base da troca. As pessoas que contribuem devem receber recompensas pelas doações, que ficam a critério do autor do projeto, e variam de acordo com o valor doado. Tudo parece bem simples, mas se o projeto não atingir sua meta, o dinheiro dos contribuintes será devolvido, e o projeto não poderá ser viabilizado pelo fundo.

"Até agora a gente já recebeu, nesses quatro meses, mais de 400 projetos e 41 entraram no site. Isso ocorre um pouco porque a gente quer que entrem apenas projetos bacanas nos quais sentimos que a pessoa está preparada para conseguir captar o valor. É um processo não muito fácil e exige que a pessoa tenha uma boa rede de contatos e uma atitude empreendedora para tal", explica Diego Reeberg, de 23 anos, sócio-fundador do Catarse.

Desde janeiro, o site já captou R$ 187 mil. Os responsáveis pelo Catarse ficam com cinco por cento do valor que o fundo arrecada, e cerca de quatro e seis por cento ficam para o MoIP, um parceiro que operacionaliza o pagamento via internet.

Quando alguém apoia um projeto, faz a doação por meio de boleto, transferência bancária ou cartão de crédito. Todo o dinheiro cai em uma conta do Catarse no MoIP. Caso o projeto seja bem-sucedido,  o valor é transferido, já descontadas taxas, para uma conta MoIP do dono do projeto, e de lá ele saca para a sua conta bancária.

"Se o projeto não for bem-sucedido, primeiramente oferecemos créditos no Catarse para que o apoiador possa apoiar outro projeto. Caso ele prefira ter o dinheiro de volta, realizamos um estorno para a sua conta bancária ou na fatura do seu cartão de crédito", explica Diego.

 

Cidade para Pessoas

 Catarse3

            A jornalista Natália Garcia, de 27 anos, conseguiu cerca de R$ 25 mil para realizar o sonho de visitar algumas cidades do mundo que tiveram projetos de planejamento urbano com o objetivo de deixá-las melhores para as pessoas. Chamado Cidade para Pessoas, foi idealizado quando Natália resolveu trocar o carro pela bike.

"Minha relação com o espaço público se transformou. Em vez de me proteger dele, eu passei a ocupá-lo e, consequentemente, a querer cuidar dele. Comecei, então, a estudar planejamento urbano por conta própria e conheci o trabalho do arquiteto dinamarquês Jan Gehl, urbanista que ficou famoso no mundo por ter se especializado em adaptar as cidades para as pessoas. Todas as cidades que eu vou visitar tiveram consultoria dele ou são consideradas por ele bons exemplos de planejamento urbano", diz Natália.

Até o fechamento desta edição, Natália ainda estava na primeira cidade do seu roteiro: Copenhagen, na Dinamarca. Todas as passagens para as seis primeiras cidades já estão compradas, uma forma de seguir a risca o roteiro que ela mesma elaborou. Além da cidade dinamarquesa, outras 11 serão visitadas, sendo que a maioria é europeia.

A jornalista tomou conhecimento do Catarse ao realizar uma reportagem sobre o crowdfunding (em inglês, financiamento colaborativo). Depois de divulgar seu projeto no site, em pouco mais de dois meses teve a verba liberada para dar início à viagem. "O orçamento foi feito para um ano de viagem contando com outros patrocínios que não fecharam. No fim, acabamos não fechando. Então, os 25 mil dão para os 6 primeiros meses de viagem. Para os seis meses seguintes, eu provavelmente vou fazer um crowdfunding parte dois ou vou buscar novos patrocinadores."

 

SP Polifônica

Outro projeto bem-sucedido financiado pelo Catarse foi o São Paulo Polifônica, de Cecília Cussioli e Letícia Arcoverde, estudantes de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que conseguiu arrecadar 1000 reais a mais do que a dupla havia pedido no Catarse. O projeto é o primeiro trabalho de conclusão de curso financiado pelo site de financiamento colaborativo. Trata-se de uma reportagem multimídia sobre os sons, ruídos e vozes da maior cidade da América Latina.

Cecília conta que a ideia do projeto  surgiu no segundo semestre de 2010 e parte do cronograma era passar seis semanas produzindo reportagens em São Paulo. "Já estávamos na cidade gravando quando descobrimos o Catarse por acidente, pesquisando sobre crowdfunding na internet. Começamos a segui-los no twitter e o Diego, um dos fundadores, entrou em contato com a gente perguntando se não estávamos interessadas em colocar o projeto no site. Foi ótimo, porque além de termos conseguido financiá-lo, usamos a colaboração para avançar mais uma etapa dele."

Para a quase jornalista, a maior satisfação nesse processo não foi o financiamento, mas sim a divulgação do seu projeto. "É muito motivador você ver pessoas que não te conhecem, acreditarem em uma ideia e que doam uma pequena quantia para que ela se realize. O Catarse nos ajudou a ver que existem pessoas que gostaram do SP Pofilônica e que estão dispostas a colaborar", finaliza.

 

Publicado originalmente na edição de julho de 2011 (nº 74) da Revista Viração.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Greenpeace convida jovens com mais de 18 anos a participar de projeto ambiental em SP PDF Imprimir



Você consegue imaginar um fim de semana no qual você poderia desenvolver suas melhores competências pessoais e profissionais, conhecer pessoas do Brasil todo, colocar suas ideias para mudar o mundo em ação e ainda promover a Revolução Solar no Brasil?

Pode parecer que é bom demais para ser verdade, mas, sim, isso pode – e vai – existir. O Greenpeace vai tornar tudo isso possível, mas para isso precisa de você! Sim, de você e sua energia, sua mente criativa, seu desejo de construir um mundo melhor, suas experiências e sua coragem de subir no telhado para instalar placas solares e ver a energia sendo gerada pelo Sol e graças ao seu esforço.

Este é um convite para que você participe do Programa de Multiplicadores Solares, um projeto da Campanha de Energia Renováveis do Greenpeace. Os Multiplicadores são jovens com mais de 18 anos que serão responsáveis por apoiar a divulgação da campanha, participar da instalação de placas solares em duas escolas públicas – uma em São Paulo e outra em Uberlândia, em Minas Gerais – realizar a capacitação de jovens, adultos e crianças em todo o país, e terão apoio para desenvolver suas próprias ideias e iniciativas para fazer a Revolução Solar acontecer.

Conheça mais sobre o programa.

https://secured-static.greenpeace.org/brasil/Global/brasil/image/2014/Outubro/regulametno%20mobilizadores.pdf




Para se tornar um Multiplicador, você deve se inscrever em nosso processo seletivo. Se selecionado, irá participar de treinamento que acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de março.

Queremos montar um grupo de pessoas com espírito inovador e mobilizador que acredite no poder das pessoas para realizar as mudanças que buscamos para o nosso país e o mundo. Inscreva-se já!

Se quiser saber mais sobre os projetos de energia solar do Greenpeace, visite a página do Juventude Solar.

Texto de Heloísa Mota, integarnte do time de mobilização do Greenpeace

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